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As quadras de café, cujo plantio foi iniciado em 1999, estão localizadas em uma altitude de 1.200 metros, sendo que não são utilizados defensivos agrícolas de solo nem herbicidas. A adubação é em boa parte feita com as cascas residuais do beneficiamento do café. Funcionários devidamente registrados e qualificados compõem a mão-de-obra para execução de todos os serviços na propriedade.
Sistema de processamento de café
A colheita é feita manualmente, de forma seletiva em algumas quadras. Assim que colhido o café segue para o setor de beneficiamento por via úmida. Depois de passar pelo lavador e descascador, os grãos cereja vão para a secagem, iniciada em terreiros suspensos e terminada em estufas (não são utilizados secadores). Os cafés bóia e verde seguem para secagem em terreiro, podendo ser colocados em secadores rotativos na etapa final, caso necessário. O descanso que precede o beneficiamento é feito em tulhas de madeira.
Preocupação com a qualidade
Pelo fato do plantio ser recente, técnicas mais modernas foram aplicadas. As mudas são de variedades mais evoluídas, resistentes e adaptadas ao clima. O andamento da lavoura é supervisionado por engenheiros agrônomos, e os funcionários de maior responsabilidade dentro do processo de produção são técnicos agrícolas.
Funcionados especializados operam os modernos equipamentos de beneficiamento úmido e seco. A infra-estrutura na propriedade é composta ainda por terreiro cimentado, terreiro suspenso, estufas, e secadores rotativos alimentados por fornalha central, o que garante mais opções durante a secagem do café, conforme a necessidade.
Todas as etapas de produção são acompanhadas de documentação informatizada, o que permite a rastreabilidade confiável de cada lote produzido.
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